terça-feira, 26 de abril de 2011

FORA DO TEMPO E EM LUGAR ERRADO.

Estou sem tempo “como disse Mário de Andrade’’. Descobri que meus dias já se foram mais do que tenho para viver pela frente, por isso não posso mais esperar por quem ainda não conhece a si mesmo.

Eu fui incumbido pelos dirigentes da “CONAM” coordenação dos movimentos sociais “porque eles sabem que sou comunista e comunista gosta de informar’’ para reunir os representantes de associações e discutir junto com os movimentos sociais a possibilidade de eleger delegados para representar estes movimentos no congresso da CONAM em são Paulo. Inclusive a reunião foi marcada, conversei com vários representantes dessas entidades, onde um deles gentilmente me informou que seria interessante convidar a pessoa que se diz organizador geral das associações no município , me dirigi para o CSU “sigla que todos conhecem’’ lá entrei normalmente, me aproximei de um cidadão que me parecia ser o fio da ligação entre mim e a pessoa que procurava. surpreendi-me com a forma como fui atendido por ele, deu para sentir a indisposição do rapaz, foi como se para ele ali tivesse diante um intruso mal visto naquele ambiente.

Isso era só o começo do que estava por vir, quando me encontrei com quem estava procurando maior foi a decepção, expliquei sobre o assunto ele não quis entender, expliquei novamente e ele não entendeu, naquele momento, minha impressão sobre mim é que eu estava maluco, depois que fui compreender o significado desses cargos ocupados por estes indivíduos, eles são obstáculo para evitar que a sociedade participe dos movimentos e levante questões fundamentais na quebra de interesse de gestores em manipular a população.

São nomeações de indivíduos de pouca instrução e sem formação adequada para função que muitas vezes ocupa. Isso vem se repetindo nessa cidade há muito tempo.

Escrito por Simião Brandão de Souza
Secretário de Organização do PCdoB

domingo, 24 de abril de 2011

O surgimento do homem no Universo.

O surgimento do homem no universo é tão recente em relação aos outros seres, que não cabe a ele querer transformar as coisas pela razão do seu imaginário na criação do pensar. A natureza oferece o espaço e as condições para o surgimento dos seres. O pensar tenta modificar dando nome as criações de seu imaginário, sem observar que nada se modifica, apenas se evolui; tanto o homem quanto as pedras e os vegetais e outros seres, todos são iguais irmãos filhos da natureza. Querer modificar essa realidade é querer negar o primitivo e o natural.

O terceiro elemento nessa questão é o pensar, apesar de ser abstrato, transforma o ser em objeto e coloca a natureza em movimento.

O pensar cria as coisas modificando o ser pela razão absoluta do pensar e de seus interesses. (...)

Se não é assim, onde estaria o martelo e para que serviria.

Essa é a indagação dos que pensam afinada com a natureza, e o ser, de onde nasce o pensar, que modifica o ser transformando em objetos.

Filosofia para Reflexão
por Simão Brandão.

Como se Relaciona o povo em cidades do interior?

MUNICÍPIO DE JATOBÁ OCADO

Este trabalho não pretende instigar o antagonismo já existente entre as classes, pretende ajudar o leitor compreender como se dá as relações das pessoas que por algumas formas controlam o poder, seja ela política ou econômica, com a sociedade, ainda desprovida de cultura e bens material, que habitam em recanto que a economia ainda é controlada pelo latifúndio, a cultura predominante é a religião cheia misticismo e mistério, e as informações chega ao cidadão através da mídia televisiva, com a programação rastreada pelo dono da concessão "latifúndio de poder" mantém a sociedade estática, usa como obstáculo o noticiário recheado de violência, cada dia mais violentas, ou são novelas que abordam temas de baixo nível, ou casa dos artistas e bigbrothers e outros, até o próprio esporte, a mídia transforma em jogo do interesse dos cartolas, e em ira das torcidas organizadas o do crime. Muitas pessoas que assistem a estes programas não percebem que estão contribuindo para transformar o pensamento dos criadores deste sistema ‘’nocivo’’ em senso comum, e a maioria sem pressentimento do que pode está por trais de tudo isso, se sente tão informada que até reproduz o que assisti. Tudo isso acontece com o mais alto controle tecnológico do sistema, qualquer outro pensamento que possa suprimir o que estar posto, não passa pelo filtro que existe na blindagem da rede. Por isso a mídia vem se transformando em poder soberano, influenciando todos os outros, não só pelo tamanho de sua estrutura, mais pela forma como a mensagem é passada para o meio do povo. O sinal é transmitido via satélite, WHS e a cabo, e cobre todas as unidades residenciais em qualquer local do globo. O controle deste gigantesco aparato midiático é feito e controlado por leis especifica, cujo seus autores têm relação direta ou indireta com a comunicação e com a política partidária, a lei, quando aprovada por eles próprios deixam cheias de frestas por onde passam as ferramentas de manipulação, são discurso feito por pessoas bem preparadas e mal intencionadas, com propostas sem conteúdo, feitas de improviso e bem comoventes, prometendo, sendo eleito fazer boa gestão, isso faz a maioria acreditar e eleger qualquer figurão do interesso do sistema indicado pela mídia. Figuras muitas vezes sem ética demonstrando absoluto moral, depois de eleito é transformado pelo povo no todo poderoso chefão, que dali pra frente é quem da às diretrizes, os encaminhamentos, controla as receitas provenientes dos serviços, do comercio e da produção, em fim, todos os impostos, de onde saem a verba para o acertos das contas e pagamento da construção do labirinto inviolável, para segurança dos argentes principais e de outros que também são encontrados em qualquer local de natureza publico, mas de fato organizado pelo sistema. Mesmo assim o eleito ainda é merecedor das benesses de seus amigos, que passam a tratar o cujo, como se fosse deus.

Estas são as ferramentas que sempre foram, e são usadas ate hoje por quase todos quando chegam ao poder. Isso sempre acontece na vida real e ninguém questiona, percebe-se que alguma coisa esta faltando na sociedade e uma delas é formação, ate agora poucas pessoas estão se dispondo a questionar, no sentido de melhorar o sistema. A maioria não está preocupada, porque falta neles à formação, não estou falando de academia, mas sobre tudo formação de vida adquirida na sociedade, são coisas que não se aprende na escola. Por essa razão a existência deste material, pelo menos neste ponto ele contribui ajudando o leitor entender o que acontece ao seu redor.

A partir deste ponto o leitor começa passear pelas paginas do município de jatobá Ocado, para saber como vivem na realidade os camponeses e as etnias, conhecer a cultura seus hábitos e costumes, e ter contato com o povo, sentir o calor humano deles e acabar com estigma que ainda existe contra o homem roceiro. Se alguém se atrever ler estas heréticas, vai conhecer um dos personagens principais da historia, o Manuel Brejeira. Lá, no município de jatobá Ocado, a população é formada pela miscigenação do povo selvagem, com as bocas de bruaca, massa de manobra, e os escravos. A sociedade atual, ‘’modernas’’ principalmente os jovens não sabe da onde vieram, mas depois que conversarem com velho Mané Brejeira vai ficar por dentro e sabendo de tudo. Mané Brejeira é descendente dos escravos, e pelo que ele fala a sociedade do jatobá Ocado foi aniquilada no seu nascedouro, foi formada pelo que existia de mais atrasado no mundo, basta saber que os escravos foram os que melhor se adaptaram para viver na modernidade, eles se sentem mais a vontade trabalhar pela comida, de que ser livres e morrer de fome, os selvagens são diferentes, eles pretendem ser livres nem que tenha que comer raízes, folhas, casca de arvores, e morar na floresta como antes, aonde todos produziam o necessário, sendo solidário uns com os outros, tendo relação fraterna com os seres da natureza e preservando o meio ambiente, apesar de serem humildes, eles são conscientes dos seus direitos e dos seus deveres, é deles que ainda podem ser extraídas as lições que a sociedade moderna deixou para traz. Falamos sobre este assunto mais na frente noutro bloco.

A falada revolução cultural e econômica está fazendo a sociedade do jatobá Ocado perder sua cultura e seus hábitos adquiridos pelas etnias, já não há espaço para ser ocupado pela leitura de livros de cordéis, um daqueles que conta a historia do romance amoroso da princesa Ritinha com o Rogaciano um empregado do Reinado, todo tempo que a sociedade tem disponível esta sendo roubada pela televisão chupadora de cérebro, está deixando a sociedade igualzinha em toda parte do mundo.

Quando Mané Brejeira diz que os escravos são os mais adaptável não pense que seja pelo inconsciente e nem pela mansidão, eles são adaptável pela fragilidade, assim como todos são quando escravizados por um determinado sistema, e isto esta acontecendo, os aproveitadores não perdem tempo, todo dia trazem as ferramentas cada vez mais afiadas, que destrói as condições de sobrevivência para quem está do outro lado, é daí que vem o atraso, a fome, aparece à violência, mesmo assim quem deixou de ser escravo e pode, já esqueceu o passado, também quer ter pelo menos um deles’’escravo’’ em suas mãos, é assim que fazem os donos das terras e de todos os meios de produção, escravizam e exploram em beneficio da riqueza e de poder pessoal, do outro lado, o outro indivíduo mal consegue ganhar a comida, vive se mantendo como animal preso para reproduzir ‘’outro’’ainda bajula, patrão! Patrão! Patrão! . Mané Brejeira conhece muito esta situação, segundo ele nem que seja como escravo o homem tem que trabalhar, por que só existem três formas de sobrevivência, uma delas é o trabalho, a outra é pedir e ganhar, a ultima é roubar, e sendo assim (...), pedir é o mais degradante, com o pedinte acontece metamorfose se transforma às vezes um trabalhador em mendigo, que logo em seguida a sociedade transforma em lixo, e quanto mais dias se passa mais se decompõem. Bem longe dos que fazem insinuações ao crime, roubar é feio e perigoso, mas enquanto o mau caráter não é descoberto, é tratado por todo mundo como se fosse um cidadão.

A estrutura de poder constituído no município de jatobá Ocado é formada pelo povo e de formas democrática e soberana, e da mesma forma’’soberana’’ também pode ajudar desvendar o motivo do atraso secular que o povo ainda vive atualmente, isso ainda vai ter que esperar muito tempo ate a maioria da população começar sentir e compreender.

É natural quando a raposa esta com fome ela sair da toca, aprender a sair com segurança procurando presa, sociedade do jatobá Ocado precisa fazer como a raposa, não esperar por ninguém, sair da forma tradicional pela qual o foi formado de não romper com a fé e a devoção, e acreditar que tudo se resolve pela vontade do ser supremo. Isto é criação de quem transforma o que penca, em razão absoluta do seu interesse.

Para se compreender melhor a transformação pela qual deve passar a sociedade do jatobá, as pessoas precisam fazer uma leitura, não só dos materiais disponível na literatura, e sim em tudo que acontece no meio do povo, como são consideradas e contadas as lendas, as festas populares, manifestações políticas, festas religiosas e t c. É nu momento de uma manifestação popular que às vezes alguém desperta e abre o caminho para uma determinada posição que precisa ser tomada pela sociedade, é dessa forma que às vezes as coisas acontecem. Caro leitor não esqueça que ate mesmo com você, muitas coisas aconteceram ou foram descobertas por acaso.

Veja este fato. Mané Brejeira é descendente de escravo reside na fazenda mel azedo município de jatobá Ocado, é casado, não sabe ler nem escrever, e sua esposa Nubi também analfabeta, os dois não freqüentaram escola, ate então o casal vivia tranqüilo achavam isso normal, quase todos moradores da fazenda mel azedo também são como eles, não sabem ler nem escrever, com exceção, do administrador Zé Básico com a família, e o dono da fazenda ’’seu Chico Pezão’’com a família. O casal, Mané Brejeira e dona Nubi são pais de dois filhos, o menino chama-se Galdino tem quinze anos, a menina chama-se Arica, ela tem 12, os dois freqüentam a escola mas se encontram muito atrasados, os professores do município são na maioria de pouca formação, são como diz Mané Brejeira, dá dó conversar com eles sobre educação , lá a escola pouco funciona falta tudo, e o prefeito atual Dr. João Galinha não esta nem aí com negocio de escola, e o Chico Pezão dono da fazenda este é que não quer mesmo que os empregados aprendam. Ele gosta mesmo é dos Doutores, com eles ele gasta muito, ele tem um advogado, o Dr. Mão de Quati o bicho é ruim, faz pena, em quem pede questão com o seu Chico Pezão dono da fazenda mel azeda, quando seu Chico Pezão manda, ele não alisa não, toda questão que aparece por aqui só quem ganha é ele, mais também quando vai embora, vai de mãos cheias, ate casal de preá ele leva. Mané Brejeira conta estas historia, mas é consciente do risco que corre, ele não é deferente dos que ele já viu apanhar dos capangas do patrão por que não ficou calado, isto acontece com grande parte dos trabalhadores pelo mundo afora, trabalhando e convivendo com a exploração, analfabetismo, e a ignorância, sem sabe que tem o direito de ser respeitado.

Numa conversa com dona Graça Benzedeira argente de saúde da localidade, Mané Brejeira perguntou a ela, quem paga pelas visitas para saber se alguém esta doente ou com saúde e ela respondeu dizendo, seu Mané é obrigação dos governos da saúde e escola de boa qualidade para todo mundo, não pode ter ninguém desenformado, ta escrito na lei. A partir dessa conversa com argente de saúde, abriu uma janela, e começou a clarear o pensamento do velho camponês Mané Brejeira, que dali pra frente o descendente de escravo nunca mais foi o mesmo que era, passou a ter mais facilidade para viver. Foi ai que viu que o trabalho de dona Gracinha Benzedeira como argente de saúde da comunidade contribui na formação das pessoas a melhorar a qualidade de vida, por isso pode ser dito que o bom aprendizado é aquele que o educador ensina as pessoas nunca ficarem no isolamento, ele deve esta entrosada de olho aberto observando tudo, para que nada passe por despercebido, evitando o andrajo popular que diz, todo mundo tem uma hora do bobo.

Trilhar pelas veredas do jatobá Ocado na companhia de Mané Brejeira notará o tamanho da distancia que precisa percorrer para sair dos limites da fazenda mel azedo e chegar a outra civilização, aonde possa tudo está começando, e o homem não seja o pedrador que ele está sendo, que a juventude cumpra o seu papel abrindo caminho para os que vierem depois, coisa que seus pais não conseguiram fazer e agora precisa ser feito.

Galdino o filho de Mané Brejeira já é rapaz, e junto com a irmã faz uma viagem para visitar um tio que mora em outra cidade, ao encontrar-se com os parentes descobre a diferença entre eles dois e os primos, a casa de seu pai, é simples nada tem, a casa do pai dos primos, é muito boa, bem mobilhada com televisão antena parabólica, e outras coisas mais, na sua casa nada disso tem, ’’mais isso ficou só com ele’’ o seu primo Leco - Leco é da mesma idade sua tem quinze anos, ta muito adiantado nos estudos, lá, a escola é de um novo tipo, ele mostrou os trabalhos do colégio que se tratava de uma pesquisa, onde o tema era a historia dos escravos que fugiam para os quilombos pra escapar dos grilhões e dos castigos do carrasco, por isso eram perseguidos pelos jagunços da casa grande ate o seu falecimento, pelo crime de lutar contra a escravidão, e por buscar liberdade na senzala.

Galdino viu e ouviu, aprendeu muitas coisas que antes não sabia, e o que lhe impressionou mais, foi palestras do homem do sindicato, quando falou do trabalho forçado dos escravos e da formação da riqueza nas mãos de poucos e a maioria sem nada, falou também da formação que se aprende na escola, e da falta de Informação dos trabalhadores, que em vez de se unirem para lutarem juntos pelos seus direitos, as vezes ate brigam uns com os outros incentivados pelo interesso de outro. Galdino sendo atencioso igual seu pai Mané brejeiro ouviu atentamente todas as palestras, ponto por ponto sem nada comentar, mais quando retornou para sua casa, já trazia com sigo pensamento de outra cabeça.

Depois da viagem que fez com a irmã, para ele foi como se alguém tivesse preso e a porta da cadeia fosse aberta para o preso tomar sol até mudar de cor, descobriu que passear é lazer, traz conhecimento e informação, e sentiu a importância que tem para o desenvolvimento social das pessoas, quem não tem o habito de ler perde o contato com a informação, só a mídia televisiva não informa, precisa participa de reuniões com a comunidade, e viajar para conhecer outras formas de vida e outros costumes, se não, por mais que tenha freqüentado as academias, na realidade essas pessoas pouco sabem, e estão distante de tudo. Foi assim com Mané Brejeira, depois de passar tanto tempo perdido na fazenda mel azedo esperando que as coisas acontecessem no sentido de melhorar a vida dele e do povo e nada acontecia, Mané Brejeira resolveu desistir de acreditar em milagre, conversou com outros companheiros e junto com dona Nubi ‘’esposa’’resolveram estudar, foi quando ele notou, que apesar do numero de pessoas adultas na fazenda que não sabem ler e nem escrever, também descobriu que escola de ensinar pessoas idosas não é coisa fácil de encontrar. Galdino já tendo o ensino médio e conhecendo a necessidade daquele povo aprender fazer o nome, resolveu abrir uma escolinha à noite, em um galpão abandonado em frente a sua casa, este feito de Galdino na fazenda foi considerado uma revolução, todos analfabetos se matricularam e começaram a estudar o interesse entre eles de aprender era tamanho que virou assunto de todas as pessoas quando se encontravam, mais o sonho durou pouco, o administrador Zé Básico, a pedido do patrão, avisou que era para desocupar o galpão, ele não quer o galpão ocupado com escola de ninguém.

A decepção foi terrível entre eles, e em Galdino foi pior, e juntos começaram a pensar como resolver o problema, estudar é preciso, nós não vamos parar disseram eles, e combinaram de resolver depois. No outro dia Mané Brejeira lembrou-se de quando fizeram a estrada beirando a cerca da fazenda, no município fizeram uma lei onde diz que as terras da fazenda mel azedo só iriam até a estrada, do outro lado as terras pertencem ao governo, exatamente onde está a casa do velho Brejeira pai do Galdino, o menino que se meteu ser professor. Mané Brejeira pensou com sigo a escola não pode parar, vou ceder a casa para o menino continuar com a escola, chamou a esposa dona Nubi e os dois filhos para combinar com eles, todos concordaram aqui sós quem poda desgarrar os nossos companheiros do plano de continuar estudando é o governo, palavras do velho descendente de escravos. Mesmo sabendo da falta que ia fazer o conforto que a humilde casa lis proporcionava, mesmo assim ninguém desistiu. Mané Brejeira chamou os camaradas fizeram o mutirão, organizaram o local para continuar a escola. Galdino o menino professor a pesar de ainda ter pouca formação já apresenta muita habilidade para dar aula e ensinar, os alunos estão gostando muito, principalmente das aulas de geografia, descobriram por que o município leva o nome de jatobá Ocado é uma longa historia aqui vai um pouquinho para compreender. Sem contar o tempo que faz um velho escravo para fugir do cativeiro por uma vereda atravessou a mata e se escondeu perto de uma lagoa aonde ninguém lhe encontrava, ao atravessar, os matos lhe arranharam todo e ele adoeceu, para não morrer fez promessa e dormiu quando acordou estava rodeado de cachorro, era os cachorros de são Lazaro que vieram lhe curar, quando o pessoal da localidade soube do acontecido não pararam mais de levar pessoa doente para ser curada a vereda virou estrada, por lá passava os romeiros, os vaqueiros, os comboieiros e todo mundo, na beira do caminho havia um Pé de jatobá-zero onde os que passavam por lá, descansavam na hora do meio dia, de tanto eles fazerem fogo no pé da arvore ela se queimou e abriu um buraco e apelidaram o local de jatobá Ocado. Alguém pode ate achar estranha essa historia, mas no interior é assim, todos os nomes das localidades saiu de algum acontecimento, e este foi a origem do nome do município de Mané Brejeira. E assim caro leitor não fique do lado de fora, faça como Mané Brejeira e os outros alunos do professor Galdino, pesquisem e descubra a origem do nome do seu município, mas isto você pode fazer depois agora é só brincadeira.

1ª Parte da história do povo de Jatobá Ocado

Aceitamos correção, mas que não mude a origem do contexto da história.
ESCRITO POR SIMÃO BRANDÃO

Se és amigo do Wilson, és meu amigo também!

É com muito prazer que criei este espaço para que você possa expressar suas ideias, ideologias, posicionamentos político-econômicos, visão social e tudo aquilo que considerar útil à cidade de Camocim  (cidade por onde andei e nela morei de 1988.2 a 2000.1).

O ESPAÇO É SEU!

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